
Paulo Leminski, um dos poetas mais geniais deste mundo de meu Deus, e sua mulher Alice Ruiz, também poeta das grandes, mãe de seus três filhos, rabiscaram esse papelzinho numa mesa de bar. O original faz parte do acervo de Leminski, que morreu em 1989 de cirrose hepática.
Um pouquinho de Leminski:
não discuto
com o destino
o que pintar
eu assino
Um pouquinho de Alice Ruiz:
lembra o tempo
que você sentia
e sentir
era a forma mais sábia
de saber
e você nem sabia?
Outubro 22, 2006 às 2:51 am |
Hmmmm … agora você foi na veia!
Fevereiro 11, 2007 às 11:12 am |
MARAVILHOSO………. amo essa forma anárquica de viver …..e de morrer……….. [ A mulher só podia ser ....especial...e intensa...]
* Acho que nos identificamos, que bom……..
vou sempre te esperar…..para….ah,deixa pra lá…….
Agosto 14, 2008 às 10:17 pm |
Odeio blogs, nao gosto de buceta, mas to ha 3 dias lendo vc falar.
Essa do Leminski na na abertura do meu Orkut.
Alguma coisa nós temos em comum.
bj molhado
Novembro 8, 2009 às 5:56 pm |
que lindo você ter me mostrado isso. bj
Novembro 10, 2009 às 8:36 pm |
Leminski é dos grandes. E vi que sou primário como ele, rs