Eu poderia escrever sobre seus olhos verdes faiscantes, sobre seu jeito único de advinhar meus sonhos ou sobre o quanto eu gostava de ouvi-la cantando em francês. Mas prefiro me fixar num detalhe aparentemente sem importância: Mel era uma dessas mulheres que realmente sentem prazer em chupar.
Lembro de uma tarde de verão. Estávamos em seu apartamento, trancados no quarto, o ar-condicionado ligado no máximo, como nós dois gostávamos. Ela me chupava com paixão e gula, deitada entre minhas pernas, roçando devagarinho o sexo encharcado em meu joelho. Recostado nos travesseiros, eu olhava, gemia bobagens, ás vezes pedia, outras vezes ordenava.
Nem sei o que me dava mais tesão: se o contato daquela boca macia e quente que parecia sugar minha alma ou a visão daquela fêmea com os cabelos em desalinho, os olhos esgazeados de prazer.
Ela ficava linda daquele jeito, com meu pau na boca. Colocava a língua toda para fora e lambia desde os ovos até a glande, depois me engolia todo. Quando a glande tocava o fundo da garganta ela sacudia a cabeça, sugando até quase sufocar. Fazia o pau escorregar para fora da sua boca lentamente, se afastava um pouco, deixava escorrer sua saliva quente e grossa sobre o pau e passava a me masturbar. Aquilo me deixava rouco! Eu a segurava pelos cabelos com força e fazia meu pau mergulhar novamente em sua boca.
Às vezes, em meio a todo delírio, eu pegava minha câmera e tirava fotos dela me chupando. Gostávamos de ver depois, o que geralmente nos levava a começar tudo de novo. Ela ficava um tempo que parecia não ter fim mamando no meu pau e roçando a buceta em minha perna. Gozava assim, sem que eu sequer a tocasse.
Naquela tarde, como em tantas outras, a loucura foi se instalando na gente, um prazer de quase morte e desfalecimento. Ela parou de chupar e veio subindo, se enroscando como uma cobra, esfregando a buceta melada na minha barrida, no meu peito. Deslizei o corpo e fiquei completamente deitado. Ela gemendo, subindo mais, roçando, até ficar sobre meu rosto, se oferecendo toda, entumescida. Segureira-a pela bunda e comecei a lamber. Na posição em que ela estava, praticamente agachada, minha língua vasculhava tudo. Eu fodia sua buceta com a língua, metendo e tirando devagar, mordiscava os grandes lábios, o grelo duro e inchado, chupava e, ao mesmo tempo, fodia seu cu com meu dedo. Ela urrava, me chamava de puto, safado, tarado…. – “deixa eu sentar nesse caralho gostoso”, dizia ela – e eu adiando, provocando, torturando, até que também não aguentei mais. Eu queria mergulhar fundo naquela buceta quente, queria meter como um bicho, sem cuidados, sem carinho, só tesão.
Devagar, fiz com que ela escorregasse para baixo e se encaixasse no meu pau, agachada sobre ele, descendo lentamente até engolir tudo. Eu a segurava pela bunda, fazia com que ela subisse até o pau sair quase todo e tornasse a descer me engolindo novamente. Gritos de prazer, descontrole absoluto sobre tudo, nós dois, o mundo, o quarto. Ela cavalgava e eu enfiava uma mão lá embaixo, bolinava o grelo, acariciava o cu, e com a outra mão acariciava seus seios, apertando os mamilos. Ela arranhava meu peito quase com raiva e eu, perdido de desejo, dei um tapa eu sua cara. O estalo da minha mão coincidiu com a explosão do gozo. Um gozo gritado, intenso demais, vulcão em erupção, putaria em estado puro inundando a cama. Eu sentia a buceta dela em espasmos, sentia minha porra esguichando lá dentro, inundando, transbordando, molhando o mundo.